quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Ich gehe nach Deutschland! :D
Uma garota ira viajar para o outro lado do mundo em busca de aventuras e cultura!
Deutschland é o destino!
E países como França e Suíça estarão na viagem também!
Auf Wiedersehen, mes amis! ;D
aah, e um feliz natal e um maravilhoso ano novo para eu, voce e todos nós! :DDD
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Cinema, lazer ou forma de expressao?
‘Ir ao cinema’ eh uma das atividades mais comuns feitas pelas pessoas. Feriado, fim de semana, aquela quarta feira à noite, qualquer hora é uma boa hora para dar uma checada no que a sétima arte tem a oferecer. “Conseguir um lugar central nas fileiras do fundo, não ter
ninguém atrapalhando a visão, nenhum celular tocando e o filme ser espetacular.” Melhor lazer que isso não há, concorda o autor Luis Fernando Veríssimo no poema o que faz bem para a saude. O cinema pode nos trazer grande relaxamento e emoção, pois nos direciona para diversas historias. Historias de amor, amizade, perdas, cotidiano, guerras, alem de muitas usufruírem de uma surpreendente tecnologia que torna tudo muito mais legal e emocionante. Sem falar na atuação de grandes atores e atrizes que gostamos tanto de ver.
A Marselhesa - uma crônica sobre A Revolucao Francesa, 11 de setembro, Uma Verdade Inconveniente-Aquecimento Global e 2012, são filmes que expressão as verdades do passado, presente e futuro. Nos mostrando como era a sociedade européia de anos atrás ate o que ocorrera com nosso mundo se profecias Maias estiverem corretas. O cinema eh utilisado ate hoje como uma espécie de jornal. Alem de nos identificarmos com certos personagens, o cinema nos proporciona a capacidade de refletir sobre assuntos que unem o mundo. Exemplo disso são os filmes citados acima.
Sendo o formador de grandes premiações como o Kikito (Brasil), Urso de Ouro (Alemanha), e o famoso Oscar (Estados Unidos da América), o cinema eh tambem um meio de educação e cultura. Um meio que globaliza tudo o que temos para mostrar e expressar. Eh a língua do mundo, a língua universal. Procurando apenas relaxar com um cineminha básico, a pessoa acaba adquirindo um mundo de conhecimento. Cinema eh cultura, expressão e lazer. Diversas artes unidas em um mundo de espetáculos.
terça-feira, 27 de outubro de 2009
A ocasião faz o ladrão
Cheguei em casa após um dia de trabalho de minha comum e repetitiva vida. Eu trabalhava em um banco. Sempre sonhei em trabalhar com dinheiro. Adorava dinheiro. Porém não tinha nenhum. A casa estava vazia, um breu. Tentei acender a luz, mas me lembrei que essa tinha sido cortada devido ao não pagamento das contas. Então você se pergunta: “Mas como um bancário não tem dinheiro para pagar uma simples conta de luz?”. E eu te repondo: “Bingos!”. Minha família não ia mais me ajudar. Mas não por que esses não queriam, e sim por que meu orgulho se recusava a tirar dinheiro daquelas pessoas simples que me criaram com tanta educação. Sim, a situação estava complicada e eu não sabia mais o que fazer. Mas não estou contando a historia de um viciado em jogos que começou a se tratar por sua falta de controle. A minha historia era outra. E essa era fruto das situações problemáticas que me rodeavam.
Era o ano de 1998. Eu estava deitado em minha cama sem conseguir dormir. Normalmente tenho insônia quando os problemas me dominam. Aliás, muito prazer. Meu nome é Diego, tenho 33 anos, sou solteiro e não tenho um tostão em meu bolso. Mas como ia dizendo, minha vida estava realmente cabeluda, como diria meu velho pai, e eu estava enlouquecendo comigo mesmo. Afinal, como pude deixar a situação chegar a esse ponto? Eu, uma pessoa tão dedicada e inteligente! Eu, a criatura mais organizada da face da terra! Eu, uma pessoa não tão modesta, mas mesmo assim humilde! Como pude ser tão errado? Sim, eu uso a palavra errado. Por que era exatamente isso que eu era, um errado. Era exatamente como essa situação era. Errada. Mas só não uso errado para meu futuro por que isso era pouco para denominar a situação que se seguiria.
“Bom dia, Diego.” Disse meu chefe quando entrou na salinha 4x4 que eu habitava. Decorada com nada além que uma pilha de papeis, um computador que um dia foi branco e uma impressora barulhenta. “Hoje à noite, eu irei receber clientes muito importantes no restaurante Le Lieu, às sete horas em ponto. Esteja lá!”. Direto e claro. Esse era meu chefe. Mas vamos pular a apresentação desnecessária e ir direto para o Le Lieu. O restaurante não apenas mais chique da cidade mais como o mais caro também. E eu estava agradecendo a todos os santos existentes por não precisar pagar a conta naquele recinto.
Quando cheguei, meu chefe estava me esperando numa mesa mais reservada do restaurante. Tudo brilhava naquele lugar. Meus olhos começaram a arder. Me sentei e começamos a discutir sobre os percentuais de uma pesquisa bancaria que eu tinha feito hoje cedo. E então dois homens de preto entraram, Giovanni e Marcus. Eu os conhecia. Eram os famosos clientes. Eles se sentaram e pedimos um drinque. Conversamos, conversamos e conversamos. Após minha boca já estar seca, decidimos pedir a comida, mas não vou comentar como foi embaraçoso deixar o escargot cair. Em seguida, comentamos algo sobre os bancos europeus e Giovanni tirou sua carteira do bolso para mostrar a foto de suas duas filhas que já tinham sete anos de idade. Não pude deixar de reparar como sua carteira continha uma quantidade enorme de cartões e se não me falhou o olhar, um pequeno, mais de grande valor bolinho de dinheiro. E então, o maravilhoso episódio que eu me arrependo até hoje se sucedeu.
Não tenho certeza se foi o drinque misturado com aquela comida gosmenta, ou a pressão que as empresas estavam fazendo para que eu pagasse as contas. Ou tudo misturado. Só sei que o que aconteceu está feito e eu, infelizmente, não posso voltar atrás. Se arrependimento matasse, eu já estaria me decompondo no meu caixão de segunda mão há muito tempo. Mas voltando aos fatos, Giovanni estava fazendo as honras do pagamento, retirando o lindo cartão preto e prata de nosso banco e o passando na maquininha quando sua carteira caiu. Por que a lei da gravidade não pode ser um pouquinho a favor da minha situação de não controle e não deixou aquela carteira que não me pertencia no bolso dele? O fato é que, ninguém viu a carteira cair. Ninguém a pegou. Ninguém, nem mesmo o dono, deu a falta dela. E eu a escondi silenciosamente.
Duas semanas depois, o mesmo episodio ocorreu. Mas desta vez, não era com uma carteira e não envolvia bancos. Eu estava aliviado por ter conseguido pagar as contas importunas que me perseguiam, e me dei o luxo de tentar resolver minha vida civil. Luana era uma grande amiga minha que, como boatos diziam, tinha um grande carinho por mim, para não dizer outras coisas. Ela vinha de uma família muito nobre, e dinheiro era o que não faltava em sua vida. Certas vezes me perguntava por que ela trabalhava. Resolvi então convidá-la para jantar. Afinal, uma boa janta acompanhada de boa companhia poderia me trazer certa paz. Já sei o que vocês estão pensando. Ele esta interessado nela pelo dinheiro. Mas já vou me defendendo dizendo que minha relação com ela não tinha nada haver com o dinheiro, por que sim, eu também tinha um carinho por ela. Mas não ia unir o útil ao agradável, como muitos diriam. Principalmente depois do episódio número dois ter ocorrido.
Ela estava linda com aquele vestido vermelho. Acho que eu deveria ter me arrumado melhor. Quero dizer, aquele colar de rubis com certeza realçava o charme que ela já tinha. É, eu deveria realmente ter me arrumado melhor. Porém preferi usar o dinheiro de Giovanni para outras utilidades. Mas vamos pular toda essa parte do arrependimento e da janta e vamos ir direto para a parte do beijo. Sim, ela me beijou. Será que eu sonhara isso? Eu estava a acompanhando de taxi até sua casa e quando fomos nos despedir ela me beijou. Simplesmente me beijou. E eu gostei. Quando voltei ao taxi percebi que tinha sentado em alguma coisa dura, e quando fui ver o que era, adivinhem? Sim, o colar. Fiquei alguns segundos admirando aquelas pedras brilhantes que mesmo no escuro brilhavam. Não, isso era errado. Pior que errado, catastrófico! Essa era a palavra certa! Finalmente achei a palavra que denominava a presente situação de minha vida. “Você simplesmente não pode ficar com isso Diego. Ela é sua amiga!” era o que dizia a voz na minha cabeça. Mas o taxi já tinha arrancado e a jóia ainda estava em minhas mãos. Eu nunca a devolveria.
Eu sei que poderia ter dito a verdade, quando ela me ligou perguntando sobre o colar, ou no trabalho onde nos encontrávamos todos os dias. Porém não consegui. Mesmo depois que ela revelou que o colar era de sua avó. Eu me sentia extremamente culpado. Mas essa culpa não era o suficiente para me guiar para o caminho certo. Essa, e todas as culpas que se seguiriam não eram suficientes. Aliás, meu nome é Diego. Tenho 33 anos, ainda sou solteiro, mas tenho algum dinheiro em meu bolso. Muito prazer.
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
O Mercado dos Títulos
No mundo onde vivemos, estamos cercados por freqüentes ilusões do dia a dia. Ilusões essas que cresceram com o avanço do ser humano, como por exemplo: a juventude como um valor, a ilusão da autonomia, a identidade pelo consumo, a onipotência da ciência, entre outras com que convivemos. Uma das ilusões pelas quais estamos rodeados que deveríamos abandonar é a de sermos obrigados a ter uma carreira profissional, sendo esta complementada com pós-graduados, doutorados, MBA’s, etc.
O mercado de trabalho está mais exigente sim. Talvez a decisão de fazermos esses cursos de especializações seja nossa única saída para conseguir sustentar nossas famílias no futuro. Mas o preconceito que muitos exercem para com os indivíduos da sociedade que não têm condições para que tais estudos se concretizem ou simplesmente com os que não fazem é algo que deveríamos evitar em nossa sociedade.
A ilusão de que o individuo, para ser alguém na comunidade em que vive, necessita destes cursos, é algo que vem crescendo a cada dia e certamente já afetou o mercado de trabalho notavelmente. Sendo esse cobrador de um grande currículo com grandes conquistas acadêmicas.
O avanço do ser humano focando seu conhecimento é o que vem evoluindo nossa sociedade, nosso mundo. Porém, conhecimento excessivo, forçado, com o intuito de usá-lo para ter um grande título é algo que devemos evitar para nos precaver de ter mais pessoas mesquinhas no mundo em que habitamos. Conhecimento deve ser adquirido com prazer. Não devemos deixar que uma sociedade exigente de títulos profissionais nos influencie.
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Eu vejo...
Eu vejo milhões de pontinhos brancos pairando ao meu redor. Na verdade não são brancos, e sim coloridos. Muito coloridos. E a medida que tento enxerga-los melhor, esses se modificam em novas cores do arco-íris. Abro meus olhos e percebo que minhas palavras não são tao feias quanto imaginava que seriam sendo escritas no escuro. E que minhas linhas seguem um traço dessemelhante em direçao ao nada. Fecho meus olhos e os pontos mostram que ainda estão presentes, e não irão me deixar tão cedo. Alias, eles estão mais coloridos do que nunca. Formando borrões desiguais como em uma constelação. Sim, estou escrevendo isso a noite. Afinal, é a noite que nossas ideias atingem suas melhores performances. Viajando mais do que nunca para futuros devaneios serem estimulados.
力
sábado, 1 de agosto de 2009
terça-feira, 28 de julho de 2009
Just imagine

Nuvens flutuam devagar sobre o mar azul turquesa que as cercam. Volumosas e exuberantes mostram suas imagens criativas aos que permitem serem tocados por suas sombras dessemelhantes.
Vejo um barco e atrás o sol. Caravelas balançando nos momentos em que a ventania se mostra forte.
O mar está parado, sem ondas. Apenas esperando pacientemente para ser cortado por aquilo que possui tamanha grandeza e esplendor.
La vai ele, o barco. Rápido como o sol que esta se pondo, desfigura-se em um sinal de realidade.
Ardor
A little of imagination about a romance
Meu melhor amigo, meu avo
A barba branca lhe dava um retrato decrépito, mas seus olhos caramelos ostentavam a sagacidade que possuía seu ser vivaz. Em sua imagem eu testemunhava a presença de um grande amigo. Um ente amistoso cuja presença sempre esteve freqüente em minha vida infante.
Jogando cartaz com seus óculos já muito utilizados, praguejava algumas antigas insanidades que rememoravam seu passado árduo. Valete, rainha, rei. A trinca que mais lhe dava prazer em pronunciar seu pife. Concentrava-se e puuf, pife! Ótimo jogador. Sempre foi. Sendo capaz de fazer de sua neta uma jogadora tão capaz quanto ele. Em suas sossegadas pescarias que se prolongavam ate o anoitecer, era concentrado como se estivesse chamando o peixe para sua isca. Só podia ser esta a sua carta na manga para explicar tantos peixes no final do dia. Com um sorriso no rosto tomava seu chimarrão diário, açucarando-o para em algumas ocasiões esse virar mate. De caráter agradável, doce como a bebida que preparava, reconstruía com animação momentos desagradáveis. Ele era único. Perfeito e esplêndido.
Se existisse outro alguém como ele em toda essa orbe tumultuada com indivíduos de diversas naturezas, eu me casaria com esse dito-cujo . Meu melhor amigo, meu avo.
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Imensurável!
Culpado de inventar regras ortográficas imaginárias para meu sufoco e atraso em horas indispensáveis! Quero dizer, nenhuma hora é dispensável. Todas são indispensáveis, temos que aproveitá-las da melhor maneira possível. Mas eeii! Pare aii você mesmo senhor imensuravel! Haha queria sair de fininho com seu amigo Word eeh?!?!?! Só por que minhas manias de devaneios estão começando a se tornar mais frequentes e fecundativas? Nananinanao!!! Estas muito enganado se pensas isso! Xoo xoo A sem acento! Você sabe muito bem que seu componente não é um ditongo aberto como o que faz a palavra ideia perder seu acento! Então xoo!
Imensurável!
Imensurável!
Imensurável!
Aaah agora estou feliz!
Viu Word?! Podemos negociar e todos saírem felizes!
Faraway Land
A bilhões de quilômetros de minha humilde residência em que atualmente jazo, existe um diligente mundo de onde aspiro meus desejos idealistas de teen-ager.Eu não consigo chegar la. Os ditos-cujos que me cercam estorvam minhas idoneidades, algo de que careço para meus fins de exploradora.
A curiosidade me abrange. Deixando-me só no anseio. Olho para minha janela e o vejo. A minha terra distante. Aguardando que meu individuo se vincule em seu terreno de suntuosas quimeras.
Muitos cadáveres já se mostraram úteis incorporando ao mundo o que acarretaram de suas terras distantes. Por que tenho que esperar? Meu encéfalo me proferiu de que já estou pronta.
Quem sabe esse mundo ainda tenha que ser arquitetado? Edificado no que todos chamam de realidade?
Presumo ser jovem para isso. Talvez eles tenham razão. Meus devaneios são reais em meus sonhos. Acho que vou voltar a dormir. Voltar para minha fantasia dessemelhante prometida a este orbe.
Shana banana
Eu vi essa fotografia certamente personalizada e recordei de minha husky siberiana.Shana era o nome dela. Shana banana era como a chamávamos em ocasiões em que ela explanava sua parte lateral traquina. De estimação. Estimada era por aqueles que queriam algum conforto. De áurea luminosa enchia-nos de placidez. Sinto falta dela. Seguramente quando ela navegou para outros mares em direção vertical, levou e deixou uma peça de sua meritória estada no orbe em que existimos. De pelo macio, coloração amarelada, seu pelo brilhava quando percorria os pátios recheados de flores feitos para sua distração. Arrebatando a raiz e extinguindo as pétalas era como perpassava suas tardes invariáveis. Serenidade camuflada retratava seus olhos enquanto serenamente os fechava com suas mantilhas amarelas, nos deixando a vontade para afagar seu véu magno.
terça-feira, 21 de julho de 2009
Cigarettes and a little child
Abri a caixa de papel. Toquei em sua superfície áspera. Peguei o primeiro da ponta esquerda. Nunca desobedecia a minha ordem numérica. Era um final de tarde, num típico dia nublado de outono. As folhas caídas no chão rememoravam as ocasiões em que estive nesse mesmo banco com meu avo, acompanhando-o em uma típica quinta-feira pós trabalho. Ele abria a caixa, tirava um baseado, e revelava seu isqueiro de ouro que comprara na Irlanda. Eu sempre achei tão bonito aquele isqueiro. A vivacidade com que aquela estampa brilhava quando ele fazia o movimento para incendiar o pequeno papel era estonteante. Sempre me perdia em suas linhas quadriculadas. Nunca me cansei de contemplá-lo. O vento começou a diminuir. Sentir a fumaça irrompendo meus pulmões e deixando meus lábios causava-me cócegas. A sensação era boa. Mas o prazer durava pouco, me levando a irresistível tentação de consumir outro. O médio pacote contido em meu bolso não envolvia balas. Eu não era mais uma imitação cômica de meu avo fumando meu palito de pirulito. Era apenas um adulto cansado, procurando em um rolo de papel algum conforto para me dar prazer.Perfeição paralela
Depois de um cochilo após o almoço, ligo meu note para me atualizar no mundo virtual.
Nos nunca iremos nos conhecer. Mas não fique deprimido cara leitor. Ao contrario do que muitos pensam, eu fico feliz com isso. Quero dizer, eu realmente teria uma vida perfeita, acho, se tivesse alguém igualzinho a ele ao meu lado. Mas como tudo não é perfeito, prefiro conservar a perfeição em um lugar paralelo. A minha vida é parcialmente perfeita sabendo dessa perfeição paralela. Mas o medo de transformar em algo mais, o medo de destruir algo que está perfeito em certo mundo, não me deixa escolhas a não ser continuar a preservar essa perfeição paralela.
Encaro como se ele fosse um anjo. É perfeito. Mas não pode ser tocado, não pode ser desfrutado. Faz-me um bem enorme, assim como eu o faço para ele. Mas temos que nos conter nessa perfeição paralela.
E sentada em frente ao note, percebo que meus chinelinhos azuis são os mais confortáveis que já tive.
Realmente tem que haver dependência?
OMG.
Eu espero sinceramente não me sentir assim nunca. Nesse estado de necessidade por alguém digo. E não, eu não sou uma pessoa que teve um trauma amoroso ou sei la o que você, caro leitor, deve estar pensado. Às vezes eu realmente amo ver esses trechos de musicas na MTV enquanto estou sentada em meu sofá preferido e ver como consigo ser alguém independentemente capacitada de não sentir algo assim. Eu não estou falando que quem se sente assim não é independente ou sei la. O “problema” realmente sou eu aqui, e eu reconheço isso. A minha alienação é tão grande que eu fico feliz por, como devem estar pensando uns aqui, eu ter o coração um pouquinho gelado. E nãããão, eu não tive nenhum trauma amoroso! E sim, estou dando ênfase por que isso é o que eu pensaria da pessoa que supostamente escreveu isso (e uso supostamente por que hoje em dia a copia de publicações de pensamentos tão bem formulados é algo tão grande que acho adequado o supostamente ser adquirido a essa frase). Mas bem, eu aqui escrevendo e escrevendo e não falando algo produtivo. Como sempre. Sim caro leitor, odeio decepcionar a vossa pessoa, mas até então não vejo outro futuro para meus textos importunos que meus devaneios sobre o que vejo acontecer ao redor de minha cabeça não tão redonda.
Mas percebo agora, sentada em meu sofá da sala preferido, que a MTV pode ser algo excepcionalmente construtivo para a formação de novos devaneios de minha cabeça. Uow genial!
Arte de expressão

Arte de expressão. Acho que a minha é nada mais nada menos do que a descrição denotativa de meus dias ate então. Denotativa. Fazia tempo que queria usar essa palavra em algo. Parabéns, você acaba de ler meu primeiro texto com esse conjunto de letras exposta na tela formando uma palavra com significado divergente. Sim, a maioria das coisas que eu escrevo ate então não têm um sentindo concreto como uma linha de pensamento coerente. Meus pensamentos são diferentes. E isso é normal. Mas bem, voltando ao assunto começado e ainda não terminado por causa de meus devaneios diários que irão estar presentes na maioria do que pretendo emitir aqui, acho que escrever é a forma com que me identifico na melhor das hipóteses. E falo isso esperando ser verdadeiro, afinal já tentei me expressar de varias formas diferentes, porem essas não tiveram um final feliz. E eu então, na busca por minha resposta, acho à famosa e tediosa espera que nos surpreende a cada dia com suas aparições misteriosas e nos enlouquece cada vez mais. Porem, ta-da!!! Passeando pelo mundo virtual, recorrendo à tecnologia para me tirar desse buraco de não afazeres, encontro um blog! E parece que esse por enquanto (digo por enquanto, afinal não sabemos o que pode acontecer no próximo dia de nossas esperadas úteis vidas), vai ser a maneira de expressão com que irei transmitir a uns queridos um ou dois leitores, o que faço em meu tempo livre. Aah e pensando bem, espero fazer comentários sobre algo mais interessante do que minhas “tarefas” in my free time, afinal cultura é algo que me interessa muito. O mundo ao redor de nossas cabeças não tão redondas é tão magnífico quanto a torrada que foi motivo de criação de meu primeiro texto aqui. Espero assim, querido ou querida você sabe quem é, me conhecer melhor e fazer com que você coloque um sorrisinho em seu rosto que tenho certeza já deve estar com aparência cansada de ler esse texto aqui. Bem, au revoir!
Et oui, je veux écrire aujourd’hui quelque chose plus constructive que ça.
Aah e espero que se você é alguém que não achou sua arte de expressão ou como deve expressa-la, encontre-a o mais rápido possível por que tenho certeza que voce, sr ou srt voce sabe quem é, é possuidor de uma mente impressionante com bilhoes de trilhoes de quadrilhoes de ideias e assuntos que estão esperando para serem mostrados nesse mundo de cabeças quase redondas.
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Torrada
